ANTONIO CUNHA é Bacharel em Ciências Sociais pela UFSC, ator, diretor, dramaturgo e roteirista. Como ator, atuou em inúmeras peças, das quais destacamos “A morta”, de Oswald de Andrade e “Quinnipak – Mundos de vidro”, com adaptação de Sulanger Bavaresco. No cinema, atuou em nove filmes, com destaque para “Novembrada”, e “Amores raros”, sob a direção de Tânia Lamarca.
Dirigiu mais de uma dezena de peças teatrais, entre elas “Uma Visita”, do teatrólogo alemão Martin Walser, com a qual excursionou pelos Açores, a convite do governo local. Atua também como Diretor Cênico de Óperas, desde 2004, dentre essas, “Cavalleria Rusticana”, “A flauta mágica”, “La Traviata” e “O barbeiro de Sevilha”. É autor de diversas peças teatrais, com destaque para “Dona Maria, a Louca”, que já recebeu montagens em Florianópolis, São Paulo e em 2011 estreou com sucesso em Lisboa pelas mãos da grande atriz portuguesa Maria do Céu Guerra.
Recebeu troféus como melhor Ator e melhor Autor catarinense”; e o Prêmio “Plínio Marcos de Dramaturgia”.
Foi sujeito de pesquisa em duas teses de doutorado, uma na UFSC, e outra na USP.


 
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